Um homem rico, sentindo-se morrer, pediu papel e pena, e escreveu assim: "Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres". Mas morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna que tinha? Eram quatro os concorrentes. O sobrinho chegando, fez a seguinte pontuação numa cópia do bilhete: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". A irmã do morto chegou em seguida, e em outra cópia do escrito pontuou-o do seguinte modo: "Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". Já o alfaiate que, pedindo cópia do original, já fez a seguinte pontuações: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". O juiz estudava o caso, qdo chegaram os pobres da cidade. Um deles, mais sabido, em outra cópia do manuscrito, fez esta interpretação: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres."
— Alô — atende a recepcionista.
— É nessa empresa que estão procurando uma secretária?
E a recepcionista, sussurrando:
— Era sim, mas já encontraram. Ela estava no motel com o chefe!
Num asilo de velhos, um ancião se dirigiu a uma colega:
— Não podemos ter sexo,eu sei. Mas gostaria de ter alguém para segurar o meu pênis, não creio que isso faça mal.
A coleguinha concordou e durante dois meses se encontravam para tomar sol no terraço, ele tirava o dito cujo e ela pegava.
Um belo dia ele desapareceu. Ela procurou por toda parte no asilo e foi finalmente encontrá-lo no quintal, sentado ao lado de outra velhinha, que segurava o seu membro viril. A antiga companheira ficou indignada:
— Durante dois meses eu segurei seu pênis sem problema, e agora você me deixa por uma outra. O que ela tem que eu não tenho?
O velhinho retrucou sorrindo:
— Mal de Parkinson!
